Empresas raramente quebram por falta de oportunidades; quebram por excesso de “sins” mal escolhidos. Confundir movimento com avanço dilui foco, consome energia e compromete a estrutura. Estratégia não é acumular projetos, é exercer disciplina: decidir onde não atuar, o que recusar e quem não priorizar. O “não” pode frustrar no curto prazo, mas é ele que protege o negócio de se perder nas próprias ambições.