Ao longo da minha jornada aprendi que todas as minhas escolhas tinham consequências, e a medida em que o tempo passava, minhas decisões precisavam estar inseridas dentro dos meus princípios. Meus princípios foram formados ao longo dessa caminhada, que é o resultado da soma e da subtração da minha origem, de meus antepassados e dos meus estudos.
Viemos para esse plano material sem saber exatamente qual a nossa missão, mas eu creio que devemos seguir o Plano Divino, que está ligado sempre com a verdade absoluta. Ter gratidão em qualquer circunstância me posicionou a entender que a vida é um gráfico em linha, onde às vezes estaremos em alta e em outras em baixa, o que não significa ser ruim ou bom, significa que essa é a VIDA.
Ser altruísta é uma virtude oculta, nada de marketing e muito menos por interesse. Servir é uma das maiores qualidades que uma pessoa pode desenvolver, além de gratificante é nobre perante Deus.
Com 16 anos, Julio começa a fazer seus primeiros trabalhos no computador, enquanto seus amigos jogavam video game.
Com 18 anos, Julio começa a trabalhar no balcão de uma lanchonete no centro do Rio de Janeiro.
Ingressa na faculdade de Direito e abre seu primeiro negócio no varejo de alimentação.
Faz o primeiro estágio na defensoria pública e meses depois passa no processo seletivo para um dos maiores escritório do Brasil.
É contratado para trabalhar na maior empresa da América Latina na época, a ”Oi”.
Abre o seu escritório e se especializa no Franchising e desenvolvimento de negócios.
Conclui seu MBA de gestão de negócios na FGV.
Vende seu escritório e assume como Diretor Executivo da Rede de Franquias de alimentação Megamatte.
Escreve seu primeiro livro: ”Aprenda com os Especialistas do Franchising”.
Escrerve seu segundo livro: ”Aspectos Jurídicos do Franchising”. / Escreve seu terceiro livro: ”Marcas de sucesso do Franchising carioca”.
Se torna o CEO da melhor franquia do Brasil em todos os segmentos pela Pequenas Empresas, Grandes Negócios. / É declarado CARIOCA NOTA 10 pela revista Veja.
É reconhecido pelo governo americano como um empreendedor extraordinário com habilidades especiais.
Se torna o idealizador da primeira obra cultural sobre a erva mate.
Atinge a marca de 110 palestras no Brasil + 20 curadorias em eventos internacionais.
Se torna conselheiro de 3 empresas voltadas para tecnologia, varejo e franchising. Se torna o coordenador nacional de transformação digital do franchising brasileiro
Criação da Mentoria o Resgate, mentoria que desenvolve líderes, executivos e donos de negócios
Cria o fundo Rhodium, focado no desenvolvimento de novos negócios.
É eleito o Vice Presidente da Associação Brasileira de Franchising – RJ
Lança a marca Cappra, uma rede de Bistrô italiano
Se torna sócio da Bravita Homes. Um hub de negócios no Real Estate nos Estados Unidos
É homenageado pela Associação Brasileira de Imprensa como o empresário do ano no Brasil.
Se torna o colunista de negócios da Rádio Noiva Paradiso 89,5 FM com a coluna Negócios & Estratégias.
É nomeado host do programa Market in Motion na Rádio Nova Paradiso 89,5 FM, onde entrevista donos de empresas e executivos de grandes negócios.
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A cada edição, você vai encontrar análises diretas, insights práticos e conteúdos selecionados com critério. Tudo com um filtro claro: sem excesso, sem ruído e sem conteúdo genérico.
O projeto aprofunda os bastidores que influenciam o mercado e o comportamento executivo.
Os episódios serão publicados quinzenalmente, às quintas-feiras, 19h, no canal da Rádio Nova Paradiso no YouTube.
Diferente de entrevistas tradicionais focadas em números e histórias de sucesso, o Market in Motion mergulha na engrenagem invisível da gestão e da liderança prática.
O programa entrevista decisões, não cargos, explorando:
O conteúdo é pensado para empreendedores, gestores, executivos C-level, investidores e profissionais que desejam visão real do jogo corporativo.
Julio Monteiro atua como mentor, conselheiro, investidor e estrategista em diferentes frentes de negócios. Tem experiência consolidada em varejo, franchising e expansão empresarial, conecta pessoas, marcas e oportunidades que geram crescimento real.
Cada projeto é guiado por propósito, inovação e resultados, sempre com o olhar humano e estratégico que o diferencia no mercado.
Com mais de 200 palestras no Brasil, o Julio é um especialista em gestão de pessoas, desenvolvimento de negócios e transformação digital. Faça uma cotação e tenha o Julio Monteiro no seu evento!
É a mentoria individual do Julio Monteiro. A mentoria o Resgate é voltada para quem está num desafio na vida, seja pessoal e comportamental ou empresário voltado ao mundo dos negócios.
Converse com o Julio sobre algum assunto, seja para tirar dúvidas ou apresentar algum ponto que ele possa contribuir.
Uma das especialidades do Julio é o desenvolvimento de negócios no mercado americano, onde ele se tornou um especialista desde 2017.
A franquia de cafeteria mais premiada do Brasil. Se torne um franqueado e seja dono do seu negócio com segurança.
Uma das empresas do Julio é o fundo 45rhco, que investe em empresas consolidadas, como também em projetos em andamento e boas ideias que podem se tornar em startups. Me conte agora mesmo um pouco mais.
É um empresário que atua na no mercado brasileiro e americano. Sócio da Megamatte e do Grupo Rhodium, com mais de 5 empresas no Brasil e nos Estados Unidos. É o atual vice-presidete da Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro. Desenvolve estudos para o varejo e franchising, sendo atualmente membro da comissão de transformação digital da ABF.
É um multi empresário. Atual CEO da maior rede de cafeteria do Brasil, a Megamatte. Sócio do fundo 45rhco, que tem como objetivo o desenvolvimento de novos negócios. Atual coordenador da comissão de transformação digital da ABF. É professor da Fundação Getúlio Vargas;
Já realizou mais de 200 palestras sobre a NRF, IFA, NRA, Disney. É mentor de centenas de pessoas através de seu programa de mentoria pessoal, O Resgate. Já participou de mais de 300 entrevistas para veículos de mídia. É influenciador de negócios com quase 100 mil seguidores.
Responsável por desenvolver mais de 20 empresas no varejo para o Franchising, através de consultoria de negócios. Co-Autor de três livros voltados ao franchising e marcas; Idealizador da primeira obra literária sobre erva-mate no mundo; foi o presidente da primeira comisão de franchising da OAB/RJ em 2015.
Advogado. Trabalhou em grandes escritórios de advocacia no Brasil, como o Machado, Meyer, Sendacz & Opice advogados. Advogado na Oi Telecomunicações, na época a maior empresa da América Latina.
Estudioso do setor de varejo, tecnologia. É o Host do MegaCast desde 2018, cujo tema central é provocar milhares de pessoas a desenvolverem projetos e aprimorarem suas carreiras com quase 100 anos episódios.
Considerado um carioca nota 10 pela Revista Veja e e sócio da melhor Franquia do Brasil em 2017 pela Pequenas Empresas e Grandes Negócios.
É voluntariado de projetos sociais desde 2013 com foco na capacitação de jovens e adultos.
Existe uma pergunta especialmente difícil quando um ciclo chega ao fim: se nada mudar a partir...
A gente costuma construir a vida e os negócios imaginando que o amanhã vai continuar parecido...
Neste episódio do Market In Motion, Julio Monteiro recebe Mariana Carvalho, executiva com uma trajetória de...
Neste episódio do Market in Motion, Julio Monteiro recebe André Meisler, o @decomeisler, sócio do grupo...
Em um mundo que venera a velocidade, a paciência deixa de ser uma simples virtude para se tornar um ato revolucionário de desobediência civil contra a tirania do tempo contraído. Resistir ao imediatismo não é sobre nostalgia, mas sobre a defesa ativa de dimensões fundamentais da condição humana que estão sendo erradicadas. É um voto de confiança nos processos orgânicos: escolher cultivar uma planta desde a semente, ler um livro denso até o fim, aprender um instrumento musical sabendo que levará anos para dominá-lo.
Cada uma dessas escolhas é um pequeno levante. Elas reafirmam que o ser humano não é uma máquina de eficiência, mas um ser de maturação, para quem o caminho é parte indissociável do destino. Esta revolução acontece no micro: ao não responder uma mensagem no mesmo segundo, ao cozinhar uma refeição do zero, ao tolerar o silêncio de uma conversa sem preenchê-lo com qualquer coisa. É a coragem de abraçar o tédio, a frustração e a incerteza que são inerentes a qualquer empreendimento significativo.
Praticar a paciência é, assim, recuperar a soberania sobre o próprio tempo e a própria atenção. É declarar que algumas coisas – as melhores coisas – não podem ser aceleradas, e que é precisamente no tempo que lhes é devido que elas revelam sua verdadeira essência e nos transformam.
Julio Monteiro
Junho de 2022
© Todos os direitos reservados. Este conteúdo é de autoria de Julio Monteiro e sua reprodução, total ou parcial, requer autorização expressa do autor.
O desejo é um espaço psicológico de tensão criativa, um intervalo entre a falta e a posse que é preenchido pela imaginação, pelo esforço e pela espera. É nesse intervalo que o significado se constrói. O imediatismo, ao oferecer a gratificação no clique de um botão, colapsa esse espaço. O que era um projeto torna-se uma entrega; o que era uma busca, um algoritmo de recomendação. Esse esvaziamento do desejo é uma das conquistas mais perversas da cultura do instantâneo.
Sem a jornada da espera, perde-se a narrativa de conquista. Sem a dificuldade de obtenção, o objeto perde seu valor simbólico e torna-se descartável. O praheiro não é mais aquele que realizou um desejo profundo, mas um consumidor de soluções pré-empacotadas. Isso gera um paradoxo: temos mais do que nunca, mas valorizamos menos. A saciedade imediata leva a um tédio crônico e a uma demanda por estímulos cada vez mais fortes e efêmeros.
A capacidade de sonhar, de almejar algo no horizonte e de se dedicar a ele com paciência, atrofia-se. Resta um presente contínuo e plano, onde tudo está disponível, mas nada verdadeiramente importa.
Julio Monteiro
Abril 2018
© Todos os direitos reservados. Este conteúdo é de autoria de Julio Monteiro e sua reprodução, total ou parcial, requer autorização expressa do autor.
O imediatismo não é apenas um mau hábito; é uma lógica totalitária que governa a percepção do tempo. Ele instaura a ditadura do agora, onde qualquer processo que não ofereça um retorno visível, mensurável e rápido é considerado um fracasso ou uma perda de tempo. Esta tirania sufoca o que há de mais vital na experiência humana: a profundidade. A aprendizagem significativa, que exige errar, repetir e digerir, é substituída pelo fast learning de tutoriais de cinco minutos. Os relacionamentos, que dependem de confiança construída gota a gota, são julgados pela química instantânea das primeiras mensagens. Até o ócio, espaço fértil para a criatividade e o autoconhecimento, é colonizado pela demanda de “otimização” do tempo livre.
O resultado é uma existência plana, vivida na superfície dos estímulos, onde nada tem raízes suficientemente fortes para resistir ao primeiro vento de dificuldade. A profundidade – seja de um pensamento, de um sentimento ou de um projeto – é filha do tempo dilatado e da atenção sustentada, dois recursos que o regime do imediato declara obsoletos. Viver sob esta ditadura é trocar a riqueza do processo pela pobreza do mero resultado, e condenar-se a uma fome crônica de sentido.
Julio Monteiro
Outubro 2023
© Todos os direitos reservados. Este conteúdo é de autoria de Julio Monteiro e sua reprodução, total ou parcial, requer autorização expressa do autor.
A fúria é, antes de tudo, um fenômeno de encurtamento de perspectiva. Ela nasce quando a nossa narrativa sobre um evento se torna absoluta, inquestionável e centrada exclusivamente na nossa ofensa. Nesse estado de contração emocional, o outro deixa de ser uma pessoa complexa e se torna uma simples função: “aquele que me prejudicou”. A empatia surge como o antídoto arquitectónico para essa pobreza de visão.
Ela não é um acordo tácito com a ação do outro, nem uma justificação frágil para o injustificável. É, antes, um ato deliberado de expansão da consciência, uma viagem cognitiva e emocional para o território alheio. Ao nos perguntarmos “que história esta pessoa está vivendo para agir assim?”, nós desarmamos o monopólio da nossa própria interpretação. Substituímos o julgamento imediato pela curiosidade, ainda que dolorosa.
Esse movimento mental interrompe o ciclo de alimentação da raiva, porque a fúria não consegue respirar no ambiente oxigenado pela complexidade. Quando vemos o medo, a ignorância, a dor ou a história por trás de um ato, a reação puramente defensiva perde seu terreno exclusivo. A energia que seria gasta na explosão ou no ressentimento é, então, redirecionada. Pode não resolver magicamente o conflito, mas transforma o campo de batalha em um espaço de diálogo possível, onde a reparação pode, pelo menos, ser imaginada.
Julio Monteiro
Abril de 2019
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