No franchising, crescer antes de sustentar é o erro que destrói redes por dentro. Quando a franqueadora prioriza expansão e taxa de franquia, negligencia a performance da base e entra em um ciclo perigoso de abrir para substituir quem fecha. Redes longevas não celebram apenas aberturas — acompanham indicadores reais, taxa de mortalidade e consistência das operações. Quem ignora isso não constrói ecossistema, apenas vende franquias.