No começo da minha carreira eu admirava pessoas extraordinariamente bem-sucedidas e acreditava que o sucesso delas tinha a ver com o fato de serem extraordinárias. Depois de conhecê-las, percebi que, como eu e todo mundo, elas cometem erros, lutam para vencer suas fraquezas e não sentem que sejam particularmente especiais ou grandes. Elas não são mais felizes e batalham tanto quanto a maioria das pessoas, ou mais. Mesmo depois de atingir seus sonhos mais grandiosos, ainda se deparam com mais batalhas do que momentos de glória.